segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

12 de agosto de 1859, chega ao Rio de Janeiro, a bordo da galera Banshee, o Missionário Rev. Ashbel Green Simonton, um jovem americano de 26 anos. Simonton recebeu por pública profissão de fé duas pessoas: Henry E. Milford e Camilo Cardoso de Jesus, e declarou organizada a Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil, a Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro; 12.01.1862, marco inicial da Igreja Presbiteriana do Brasil.


A Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, no Centro da cidade, completou 150 anos em 12 de outubro deste ano. 
Na comemoração, no mesmo dia, houve lançamento de um selo e de uma medalha comemorativas.
Um ato cívico religioso também foi realizado na catedral ao som do coral Canuto Régis. 
Uma cápsula do tempo foi criada dentro da igreja para abrigar documentos atuais e as capas dos principais jornais do dia. Autoridades estiveram na solenidade.  
Impossível negar que a igreja tem ligações profundas com o Rio de Janeiro. 
Disseram no evento: “É uma igreja que tem uma história fantástica, que tem ligações com a nossa cidade". 


  
"Um casal que funda a igreja no Brasil, chega pelo porto do Rio de Janeiro. E é uma catedral que é um patrimônio histórico da nossa cidade, que é belíssima”.  

 Já o reverendo Roberto Brasileiro, que também é presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, falou o que se pode esperar da igreja de agora em diante. 
“Uma igreja cada vez mais atuante, uma igreja diferente, com a ética, com a moral, com as suas posições e uma igreja que irá de impactar esse país, mostrando que é possível o resgate do homem sem explorar o homem. 
O evangelho de acordo com a palavra de Deus”, explicou.
A fachada da igreja, à noite , em tons azulados são espetáculo à parte ... vá visitá-la ´qualquer dia ... a chamada  "igreja de portas abertas" !!!

sábado, 27 de outubro de 2012

100 anos do Bondinho !!!


Bondinho do Pão de Açúcar faz 100 anos com 40 milhões de passageiros


Se no início era visto com desconfiança e seu projeto tratado como chacota, cem anos depois não dá para imaginar a paisagem do Rio de Janeiro sem ele. Com mais de 40 milhões de pessoas transportadas, o Bondinho do Pão de Açúcar completa, neste sábado, seu centenário de existência, mantendo-se como um dos lugares mais visitados da Cidade Maravilhosa e uma das principais referências turísticas do Rio.


Fonte: http://noticias.terra.com.br

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Está confirmado !!

IRON MAIDEN e Metallica no próximo Rock'n'Rio 2013  ... já viu , né?!?


domingo, 14 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

Palácio Tiradentes

O Palácio Tiradentes foi inaugurado em maio de 1926. No sítio onde foi construído erguia-se antes o histórico prédio da Cadeia Velha. 

Nos tempos da Colônia, aí funcionavam ao mesmo tempo o poder político municipal e a prisão, onde o "Mártir da Independência" passou seus últimos dias. No Império e nas primeiras décadas republicanas, a Cadeia Velha tornou-se a sede da Câmara dos Deputados.
 Uma parte significativa da história brasileira contemporânea foi decidida no plenário e nos corredores do Palácio Tiradentes. Em 1922, o governo do presidente Epitácio Pessoa decidiu construir uma nova sede para a Câmara dos Deputados. 
Da sua inauguração até a mudança da capital federal para Brasília, em 1960, o palácio abrigou a Câmara dos Deputados, com uma interrupção: o período da ditadura do Estado Novo, de 1937 a 1945. 
Com o legislativo fechado, a partir de 1939 passou a funcionar um dos principais órgãos de divulgação do ideário estadonovista: o Departamento de Imprensa e Propaganda, o famoso DIP.
 Derrubada a ditadura, o Palácio Tiradentes retomou sua tradição de sede do Poder Legislativo federal. Em 1946, abrigou a Assembléia Nacional Constituinte, responsável pela elaboração de uma Constituição que assegurou amplas atribuições aos órgãos representativos. 
Esse fato contribuiu para fortalecer a imagem da Câmara dos Deputados perante a população. 
No final dos anos 1940 e na década seguinte, as galerias do Palácio Tiradentes ficavam cheias de estudantes, militares e populares em geral, que seguidamente vinham assistir aos debates políticos entre as principais lideranças políticas do país. 
Muitos jornalistas e políticos afirmam ainda nos de hoje que aqueles foram os anos de ouro do parlamento brasileiro.
                Com a transferência da capital federal para Brasília, o Palácio Tiradentes começou um ciclo de declínio. Durante algum tempo ainda abrigou a Constituinte e depois a Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara. Esta, porém, se transferiu em 1963 para o prédio que então abrigara a Câmara Municipal carioca, na Cinelândia. A partir daí, as dependências do palácio passaram a ser ocupadas por diversos órgãos da administração estadual e federal. O mais importante prédio político da cidade, construído especialmente para a atividade parlamentar, transformava-se em repartição pública.
Essa situação só se modificaria em 1975. Decidida a fusão entre a Guanabara e o estado do Rio de Janeiro, o Palácio Tiradentes tornou-se sede da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). 
Abrigou também duas Constituintes: a que deu feição legal ao novo estado do Rio de Janeiro e a que, em 1989, foi encarregada de elaborar uma nova Carta estadual adequada à Constituição brasileira de 1988, bem denominada pelo deputado Ulysses Guimarães Constituição-Cidadã. Tomando como base esse espírito de fortalecer as instituições democráticas e representativas, a Carta estadual de 1989 assegurou maiores instrumentos políticos ao Poder Legislativo para exercer suas funções de órgão com iniciativa legal e com poderes de fiscalização do poder Executivo. Nestes últimos anos, a despeito das dificuldades políticas, a Alerj tem buscado honrar as tradições do Palácio Tiradentes.