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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Gruta dos Morcegos e cachoeiras da Floresta da Tijuca.

Trilha nova é sempre trilha nova !!
E com os Passeio Gratuitos, tivemos a oportunidade de conhecer novas cachoeiras da Floresta da Tijuca, como a Gruta do Morcego, um espetáculo à parte.
O ponto de encontro foi o chafariz da Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, às 9:30 hs.
O colorido grupo do Luís Cláudio, fez sua foto, a de capa.
O grupo é sempre bem numeroso e a galera começou a se juntar ... o Luis Cláudio, responsável pelo grupo, encontrou um pessoal no metrô da Saens Pena, mais cedo e pegou o restante do grupo, na praça, para dar início ao passeio.
E lá fomos nós, floresta acima, passando primeiro, pela Cascatinha Taunay ....
O Centro de Visitantes, a segunda parada !!
Então é possível ir ao banheiro, encher a garrafinha de água e visitar um linda exposição sobre o Parque Nacional da Tijuca.
Daí tomamos a direção do Açude da Solidão,mas na bifurcação que também dá acesso à saída, tomamos o caminho da direita.
Dali você tem ainda, algumas outras opções conforme indica a placa ao lado !!
O grupo estava oscilando entre 40, 43 integrantes, inclusive crianças .... muita gente parece ter surgido durante a caminhada.

  
  
Eu já conheço o Açude da Solidão, mas este lado que percorremos, não conhecia.
Antes de visitar a gruta, visitamos a lateral que uma grande formação rochosa .... ao seu lado, diversas rochas menores,  mas ainda assim bem grandes e perigosas de subir.
Estavam esparramadas, como se tivessem caído ao léu.
Ficava imaginando o que era esta tal Gruta dos Morcegos, um lugar cheio daqueles bichinhos assustadores ?
Mas na prática, era um lugar mais fechado, com apenas uma entrada, esta da, na foto ao lado (bem pequena, por sinal) para entrar caminhando, e uma abertura na parte superior, somente para os morcegos e os praticantes de rappel.
Não tinha ideia da altura deste compartimento .... talvez uns 20 metros de altura.
Mas pesquisei depois e descobri que meu palpite estava certo .... ela tem 20 metros de altura, 8 de largura e 100 metros de comprimento. 
É considerada a terceira maior gruta do Brasil e tem, por isso, uma grande importância para estudos de geologia.
Muito escura, quando se entra, e a única iluminação (natural), vem de fenda superior. 
Seria bom, ao visitá-la, levar uma lanterna.
Pessoas que caminharam até um de seus extremos, com aquelas lanternas de cabeça, disseram haver morcegos numa parte mais alta do recinto.
Eu não queria ir até lá para vê-los !!
Na foto ao lado, eu dentro da gruta ... sim, sou corajosa !!
Percebi que muita gente não quis entrar, com medo, e tantos outros, entraram somente para constar, pois saíram imediatamente em seguida, não permanecendo do claustrofóbico recinto !! 
Das três cachoeiras que visitamos primeiro, três não tinham placas identificando seus nomes. 
Sei, porém, que a cachoeira em que o grupo parou para descansar e se refrescar, era a Diamantina ... com uma queda d'água com um 4 metros de altura e uma boa piscina para se deixar ficar na água fria .... como fui me banhar nela, que é pequena, e a quantidade de gente muito grande, não tirei nenhuma foto da Cascata Diamantina .... mas prometo voltar lá, num dia menos concorrido, para fazer uma linda foto.
O encanto especial da Diamantina é que ela não tem como ser observada a menos que você adentre a uma espécie de santuário, com sua linda piscina natural, com água que chega quase a cintura .... em aluns pontos ....
Antes da última cachoeira visitada (excetuando a Taunay) passamos por uma pequena queda d'água chamada Gabriela, na foto abaixo, bem bonitinha e desemboca numa piscininha natural.
Mas não quis entrar ....
Somente a última, a Cachoeira da Baronesa (a mais bonita destas três) estava com placa. 
O acesso à Cascata da Baronesa foi aberto, relativamente recente, em finais do mês de julho de 2016.

A queda d'água recebeu este nome por se localizar logo abaixo  da Ponte da Baronesa.
Um pouco de história, nunca é demais ... a Baronesa de Escragnolle, foi mulher do Barão de Escragnolle, um dos responsáveis pelo reflorestamento e embelezamento da Floresta da Tijuca. 
Na foto acima, a tranquilidade da visitação à Cachoeira da Baronesa.
Na foto abaixo, a observação da cascata do alto da ponte que leva o nome de Baronesa.
Foi uma linda .... mais uma linda aventura com o PASSEIOS GRATUITOS.
Passamos por grandes pedras, rochas enormes que parecem ter caído de um lugar mais alto ... e estacionaram, sabe-se lá, por quanto tempo, neste lugar.
Passamos por grutas muito interessantes e deslumbrantes quedas d'água !!
Estivemos lá em março de 2019 !!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Trilha da Cachoeira dos Primatas

E fui até a Cachoeira dos Primatas, depois de caminhar com o povo da AACS (Associação dos Amigos dos Caminhos de Santiago).
Então eu já havia subido até a Vista Chinesa e descido.
A Floresta da Tijuca é algo obrigatória aos aventureiros.
A trilha nova que fiz, não é tão difícil, mas tem uns momentos de "escalaminhada" nas raízes de árvore.
Uma trilha, praticamente virgem .... acho que foi a trilha mais crua, mais natural, que eu já fiz ... a mata é bem fechada e fiquei, algumas vezes, com a sensação de estar perdida.


Parece uma trilha pouco frequentada, e acredito que realmente seja.
A placa, que eu imaginava estar no início da trilha, como vi nas fotografias de um blog, já não estava mais lá.

  

Só havia sobrado o poste metálico.
Da Rua Pacheco Leão, entramos num condomínio .... sim , o acesso à trilha é por dentro de um condomínio, com controle de entrada e saída de carros (podemos estacionar lá dentro).


A rua principal e de referência é a Sara Vilela .... no final dela tem um larguinho, como um estacionamento. 
A subida da trilha é uma entrada, na mata, pela direita.
Tem logo uma grande rocha, na entrada.
Aliás, destaco, no caminho, uma grande rocha que parece ter sido atingida por um raio.
Vamos caminhando e encontramos um córrego, com um cano de metal, ao longo dele, elemento que devemos transpassar e seguir, subindo, para a esquerda.
Num larguinho, acima, junto a outra grande rocha, o caminho bifurca ... e seguimos para a direita, como quem vai seguir a trilha para o Morro do Corcovado.
Aliás, esta trilha é parte da Transcarioca (180 km) ...
Se seguir para a esquerda, encontraremos a Cachoeira da Gruta e a do Jequitibá.
Acredito que, no total, e à partir do estacionamento, leva-se uns 30 minutos até a Cachoeira dos Primatas.
A atração se divide em duas etapas .... a primeira queda d'água forma uma piscina natural, com água até os joelhos.
Um cantinho lindo, até mais bonito (para mim) do que o local da queda d'água principal, a Cachoeira dos Primatas.
Fiz muito belas fotografias ali.
Mas a cachoeira principal está logo ali acima, uns 5 minutos, seguindo pela direita.

E chegamos lá ... um grande largo rochoso, e sem água acumulada.
Sim, a Cachoeira dos Primatas não forma piscina .... é uma queda d'água sobre a rocha (bem escorregadia, por sinal) como um generoso chuveiro.
Por algum tempo, fiquei por ali, sozinha.
Não havia muita gente caminhando, por aqui, hoje.
As águas pertencem ao Rio Algodão, que lá embaixo, alimenta também a Lagoa Rodrigo de Freitas.
Um bom banho de cachoeira, depois de subir a Vista Chinesa, e a própria trilha da Cachoeira dos Primatas.
Valeu muito à pena.






Foi minha primeira vez nesta trilha.
Estive aqui em fevereiro de 2018.