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sábado, 11 de maio de 2019

Solar e Cachoeira da Imperatriz !!

Semana passada descobri o tal Solar da Imperatriz, no Horto, Floresta da Tijuca.
Tentei, uma vez, chegar lá através de trilha que se inicia a poucos metros da Vista Chinesa.
O que ocorreu foi que, já tendo avançado bastante, trilha abaixo, não encontrara nenhuma sinalização que me permitiria continuar a aventura.
Se tivesse esta sinalização da fotografia, ai ao lado, me facilitaria bastante.
E em se tratando de Floresta da Tijuca, é melhor não facilitar .... subi bem rapidinho e, quase correndo, para não encontra por ninguém pelo caminho !!
Daí, eu que me encontrava sozinha, preferi retornar ao ponto inicial, a Vista Chinesa e descer pela estrada como sempre faço depois da reunião de confraternização (o picnic da AACS).

Desta vez, eu estava lá no final da Rua Pacheco Leão e na bifurcação da Santa Castorina, com a esquerda subindo para o parque nacional, tomei a esquerda e, em menos de cinco minutos, encontrei o portal, pintado de amarelo, que leva ao solar. 
O solar estava fechado e, até por conta da hora em que passei por lá, não me assuntei se, em algum dia e/ou horário, era possível entrar e visitar o Solar da Imperatriz.
É bem bonita a edificação, também pintada de amarelo, estilo colonial e com uma área gigante e ajardinada na frente.
Toda aquela região ali faz parte do Jardim Botânico. 
Caminha mais para dentro, deste espaço, passado o portal e o solar, onde encontramos um pequeno estacionamento.
Mai a frente, seguindo a linha de uma grande casa, uma ruela ... segue-se por ali.
Mais umas casas avistadas.
A trilha esta numa pequena entrada na mata, à esquerda, como na foto do lado.




 A trilhas ou as trilhas possíveis ali são bem tranquilas e fáceis de de realizar. 
Passamos por muitas, muitas mesmo, piscinas naturais, algumas com uma profundidade até chegar a cintura, boas para se refrescar de verdade, se se sentando, deixar todo o corpo abaixo da água.
A sinalização da Trilha Transcarioca está em toda parte ... para subir à Vista Chinesa, à Mesa o Imperador, ou seguindo para a Cachoeira do Jequitibá, da Gruta, dos Primatas e subindo o Morro do Corcovado.
Passamos também por uma espécie de reservatório, em concreto armado, que está vazio. 
Por contas das chuvas que caíram recentemente na cidade, muitas árvores estão caídas pelo caminho, sobre os córregos e até cachoeiras. 

Ainda assim, não existe nenhuma possibilidade de se perder.  
O segredo nestas trilhas das cachoeiras do Horto, neste lado do Solar da Imperatriz, é seguir sempre o ruído das águas ....
Outra coisa interessante que vi foi a "piscina".
Esta é um outro tipo de reservatório, mas não no meio da mata, como o outro.
Este está no meio do córrego, então, fica cheio de água .... sei lá, acho que teria medo de entrar ali !!
E claro, uma aventura como esta é sempre brindada de cores das flores e das aves que encontramos no caminho .... ah, encontrei este lindo sapinho na beira da Cachoeira da Imperatriz.
Ele veio pulando em minha direção e, até eu identificar do que se tratava, fiquei apreensiva .... mas era um pequenino e adorável anfíbio ...
Nas cachoeiras do Parque Estadual do Maciço da Pedra Branca, eles também aparecem com frequência.
E tem muitos deles por ali, em geral existem nas águas doces das cachoeiras e córregos !!
Mas não vi nas águas das cachoeiras, nenhum peixe ...


Bem, como o tempo estava nublado e escurecendo rápido, com previsão de chuva, não fiquei muito tempo por ali, logo fui para casa.
Início do mês de maio.
Assim terminou mais uma caminhada do pessoal da AACS (Associação dos Amigos dos Caminhos de Santiago) .... passando pela vista Chinesa e culminando com o picnic na Mesa do Imperador.
Estivemos lá em maio de 2019 !!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Trilha da Cachoeira dos Primatas

E fui até a Cachoeira dos Primatas, depois de caminhar com o povo da AACS (Associação dos Amigos dos Caminhos de Santiago).
Então eu já havia subido até a Vista Chinesa e descido.
A Floresta da Tijuca é algo obrigatória aos aventureiros.
A trilha nova que fiz, não é tão difícil, mas tem uns momentos de "escalaminhada" nas raízes de árvore.
Uma trilha, praticamente virgem .... acho que foi a trilha mais crua, mais natural, que eu já fiz ... a mata é bem fechada e fiquei, algumas vezes, com a sensação de estar perdida.


Parece uma trilha pouco frequentada, e acredito que realmente seja.
A placa, que eu imaginava estar no início da trilha, como vi nas fotografias de um blog, já não estava mais lá.

  

Só havia sobrado o poste metálico.
Da Rua Pacheco Leão, entramos num condomínio .... sim , o acesso à trilha é por dentro de um condomínio, com controle de entrada e saída de carros (podemos estacionar lá dentro).


A rua principal e de referência é a Sara Vilela .... no final dela tem um larguinho, como um estacionamento. 
A subida da trilha é uma entrada, na mata, pela direita.
Tem logo uma grande rocha, na entrada.
Aliás, destaco, no caminho, uma grande rocha que parece ter sido atingida por um raio.
Vamos caminhando e encontramos um córrego, com um cano de metal, ao longo dele, elemento que devemos transpassar e seguir, subindo, para a esquerda.
Num larguinho, acima, junto a outra grande rocha, o caminho bifurca ... e seguimos para a direita, como quem vai seguir a trilha para o Morro do Corcovado.
Aliás, esta trilha é parte da Transcarioca (180 km) ...
Se seguir para a esquerda, encontraremos a Cachoeira da Gruta e a do Jequitibá.
Acredito que, no total, e à partir do estacionamento, leva-se uns 30 minutos até a Cachoeira dos Primatas.
A atração se divide em duas etapas .... a primeira queda d'água forma uma piscina natural, com água até os joelhos.
Um cantinho lindo, até mais bonito (para mim) do que o local da queda d'água principal, a Cachoeira dos Primatas.
Fiz muito belas fotografias ali.
Mas a cachoeira principal está logo ali acima, uns 5 minutos, seguindo pela direita.

E chegamos lá ... um grande largo rochoso, e sem água acumulada.
Sim, a Cachoeira dos Primatas não forma piscina .... é uma queda d'água sobre a rocha (bem escorregadia, por sinal) como um generoso chuveiro.
Por algum tempo, fiquei por ali, sozinha.
Não havia muita gente caminhando, por aqui, hoje.
As águas pertencem ao Rio Algodão, que lá embaixo, alimenta também a Lagoa Rodrigo de Freitas.
Um bom banho de cachoeira, depois de subir a Vista Chinesa, e a própria trilha da Cachoeira dos Primatas.
Valeu muito à pena.






Foi minha primeira vez nesta trilha.
Estive aqui em fevereiro de 2018.