Reprodução da famosa "Vitória de Samotracia" encontrada na ilha de mesmo nome e cujo original se encontra no Museu do Louvre , em Paris. Embora o museu tenha sido criado oficialmente apenas em 13 de janeiro de 1937 - e inaugurado em 19 de agosto de 1938 - sua história é bem mais antiga , e remonta à chegada da família chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808 , já que Dom João VI se fez acompanhar de um conjunto de obras de arte, algumas das quais permaneceram no país depois de seu retorno à Europa e figuram como o núcleo inicial da coleção.

A coleção de escultura teve origem no legado da Academia Imperial e da Escola Nacional , que incluía uma série de cópias de estátuas célebres da antiguidade e outras produzidas por professores e alunos. Enquanto diretor da Escola Nacional , Rodolfo Bernardelli adquiriu várias peças e reuniu outras dispersas por órgãos do govern

o, e Henrique Bernardelli mais tarde doou um conjunto de 250 peças criadas por seu irmão , que hoje constituem o cerne da coleção de escultura brasileira. Ao longo do século XX outras doações e aquisições vieram a ampliar este departamento. Dos autores mais expressivos neste conjunto estão , além do próprio Bernardelli. Internacional , destaque para o francês Rodin.
A seção de pintura estrangeira teve seu início com o acervo deixado por Dom João VI quando retornou a Portugal e com a coleção de cerca de 50 telas adquiridas por Joachim Lebreton na França e trazidas em sua transferência para o Brasil em 1896. Dom Pedro II, notório amante das artes, contribuiu com diversas aquisições, e alguns outros mecenas doaram expressivos conjuntos, como o do conde de Figueiredo, da baronesa de São Joaquim , do embaixador Salvador de Mendonça , e os de Luís Resende e Luís Fernandes.

Por outro lado, alguns anos depois de sua chegada ao Brasil o rei fundou a Escola Real de Ciência , Artes e Ofícios , que a princípio funcionou em um prédio próprio construído por Grandjean de Montigny , um dos integrantes da Missão Francesa e professor da escola, e inaugurado em 1826 pelo imperador Dom Pedro I , ocasião em que a instituição passou a ser chamada de Academia Imperial da Belas Artes. Com o passar dos anos a Academia Imperial formou uma significativa pinacoteca e uma glptoteca , e com o advento da República, a academia foi rebatizada como escola Nacional de Belas Artes.

Permaneceu no mesmo edifício até a construção de sua sede atual na Avenida Rio Branco , antiga Avenida Central , artéria aberta na gestão de Pereira Passos durante uma grande reforma urbanística promovida no centro da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX.
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