domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma tarde no Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Um belo lugar no coração do Rio de janeiro , que traz contato com a natureza , a possibilidade de educação ambiental. Lugar para descansar , caminhar , levar as crianças para um picnic , passeios românticos dos namorados !!!
Aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais: foi com este objetivo que , em 13 de junho de 1808 , foi criado o jardim de Aclimação por D. João , Príncipe Regente na época e , mais tarde , D. João VI. Encantado com a exuberância da natureza do lugar , D. João instalou o Jardim , que em 11 de outubro do mesmo ano , passando a Horto Real. Na foto do lado direito , a entrada da fábrica de pólvora , hoje em ruínas. O parque foi aberto à visitação pública após 1822 e teve muitos visitantes ilustres: Einstein , a Rainha Elizabeth II do Reino Unido e muitos outros. O arboreto científico (parque) está aberto aos visitantes de segunda a domingo , durante todos os dias do ano. Fica na zona sul da cidade do Rio de Janeiro e é um passeio obrigatório para moradores , ou não , da cidade maravilhosa !!!
O preço de ingresso é de somente R$ 5,00
não existindo meia entrada. Você recebe na entrada o ticket do pagamento do ingresso , o cartão eletrônico (que será depositado em uma urna ,na entrada) e um mapa completo com as atrações e vias de passeio. O museu do Meio Ambiente está , neste momento , em obras e , portanto , fechado à visitação. Lá dentro do parque tem sanitários , lugar para lanchar , fazer picnic , etc.
O Roseiral Pedro Cachimbo , no Jardim Botânico , nome dado a um antigo jardineiro e funcionário , foi criado em 1935. Na época , foram plantadas nos seus 19 canteiros concêntricos , 1144 roseiras. Só o achei um pouco abandonado !!
A delicadeza da cultura japonesa , representada por bonsais , cerejeiras , bambuzais , lagos artificiais com carpas , e pedras que representam a longevidade. O Jardim Japonês foi criado em 1935 , por ocasião da Missão Econômica Japonesa , foi reinaugurado pela Princesa Sayako , filha do Imperador Akihito , do Japão , em novembro de 1995. Parte da natureza viva do Japão pode ser admirada numa área de 4,2 mil metros quadrados , onde não faltou o jardim seco , formado por areia branca - que é um convite à meditação. Foi remodelado por ocasião do centenário do Acordo de Amizade Brasil-Japão , e parte das comemorações, o novo jardim foi projetado pelo paisagista japonês Haruho Ieda. Perpetuando as comemorações há , em frente ao portão , mudas de cerejeiras e ipê , plantadas simpolicamente pela Princesa Sayako e outras autoridades japonesas.
São diversos os animais encontrados durante o passeio no Jardim Botânico. Eu tive oportunidade de observar as aves , destaque para uma que fotografei com um papo de cor vermelha. Vi um esquilinho serelepe , comendo semente junto ao Bromeliário , ele não estava nem aí para os clics da câmera. Ainda um macaquinho sagüi perdido entre árvores. mas talvez o que mais tenha me encantado tenha sido as tartarugas ... um lago cheio delas , que se deixavam chegar bem pertinho de nós , visitantes. Que alegria ... deu até para tocá-las !!!
O Cômodo de Frei Leandro ou Cômodo dos Cedros está sobre a terra retirada para a construção do grande lago. Já a estátua da Deusa Thetis (foto logo acima) torna ainda mais encantador o lago Frei Leandro. É uma obra atribuída a Louis Savageau (1962) e fica junto a uma pequena ponte que atravessa espaços do grande lago.
Lago de Fei Leandro é o maior do jardim Botânico e o principal habitat das vitórias régias. O Chafariz das Musas foi trazido em 1895 por barbosa Rodrigues , idealizado por Herbert W. Hogg , da cidade de Derby , na Inglaterra , no final do século XIX. Feito de ferro fundido , o monumento tem várias alegorias que representam a poesia , a música, a ciência e a arte.
O Memorial Mestre Valentim foi inaugurado em 1997. Foi criado para dar maior proteção e condição de conservação às peças originais de Mestre Valentim , como as estátuas de personagens míticos como a ninfa ECO e jovem caçador NARCISO e as esculturas das aves pernaltas.
De qualquer ângulo que se fotografe , um novo postal da Cidade Maravilhosa.
A Casa da Pólvora era uma unidade de produção da Real Fábrica de Pólvora. Hoje abriga o Museu Arqueológico do Pilar.
Esta desempenhou um papel de vital importância para a segurança do Império do Brasil , da Lagoa Rodrigo de Freitas. Durante a administração do Dr.Barbosa Rodrigues , que teve início em 1890, foi construída a primeira estufa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro , o primeiro orquidário. Já em formato ortogonal mas em madeira , abrigava nesta época as "Plantas de Salão", estando a recém formada coleção de orquídeas em estufa anexa. Na década de 50 , foi construído o Ripado , que hoje acolhe os 3000 exemplares de cerca de 600 espécimes diferentes que compõem a coleção , incluindo espécies brasileiras , exóticas e híbridos.
Você encontra um festival de cores e forma ... cada uma mais bonita que a outra ...
Parecem criaturas de outro mundo ... as orquídeas ... são plantas que compõem a família Orchidaceae , pertencente à ordem Asparagales , uma das maiores famílias de plantas existentes.
E o Bromeliário ... o que dizer do Bromeliário ???
Há mais de cem anos , o Jardim Botânico do Rio de Janeiro guarda uma coleção de bromélias entre as plantas de seu acervo. Atualmente , o Bromeliário compreende cerca de 10 mil exemplares , distribuídos em duas grandes estufas e em canteiros.
São quase que exclusivamente originárias das Américas , principalmente das florestas tropicais , com apenas um gênero originário da costa da África Ocidental , do Golfo da Guiné.
As bromélias , em geral , apresentam uma dilatação na base , em forma de concha , formando um reservatório de água de chuva , orvalho , poeira e outras substâncias que poem ser assimiladas pelas escamas , o que substitui , em parte , a escassez de água nas raízes.
O espaço Bromeliário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro é mantido pela empresa de saúde Amil e , nota-se , é um dos mais belos e cuidados de todo o jardim.
Falam que o tempo ideal para se fazer o passeio completo no parque é de uma hora , porém , eu mesma , levei quase quatro !!!! Isso vai depender de cada um , do interesse , da oportunidade de se sentar numa sombra e meditar ... respirar aquele ar puro. Eu aconselho , pelo menos três horas ... O que não falta é coisa pra aprender. Por exemplo , quase todas as árvores/plantas estam identificadas com placas : nome científico em latin , nome com o qual as conhecemos e seu lugar de origem.
Na sua visita não deixe de passar pela gruta de Karl Glass ... além do belo jardim , existe também um pequeno lago num de seus lados , junto a escada. O Bosque do Beija-Flor não mostrou nada de especial além da mata exuberante !! Eu não vi , sequer , uma ave desta espécie ... Mas como fica do mesmo lado da gruta e da cascata , vale ser visitado. Já a cascata é um belo lugar para parar e descansar ... é , em verdade , uma queda artificial. Já o Rio dos Macacos desce da Floresta da Tijuca e atravessa o parque através de diversos canais.
Você poderá visitar um busto de D. João VI e próximo a ele , pés de Pau-Brasil , a árvore que representou a primeira riqueza natural explorado no Brasil Colõnia.

Não podemos esquecer da estufa de plantas insentívoras ...
As plantas carnívoras ou insetívoras , são plantas entomógafas com habilidade de capturar insetos e animais e , através de enzimas digestivas , extrair nutrientes para seu próprio aproveitamento. Na ilustração logo abaixo , as fotografias tiradas da estufa do jardim Botânico.
Elas são nativas da faixa tropical , ocorrendo no sudeste asiático , América e Austrália. Umas poucas são originárias do sul da Europa e África , muito embora existam gêneros ou famílias inteiras adaptados ao clima temperado.
Em resumo , a natureza nos dá tudo ... pegue por exemplo a árvore : nos dá o fruto , se não houver fruto , nos dá a flor. Se não houver flor , nos dá as folhas e sua sombra ... e ainda um colinho !!!
O Jardim Botânico fica na Rua Jardim Botânico 1008 - Jardim Botânico
Rio de Janeiro - RJ - 22460-000
(21) 3874-1202

Fonte: Wikipédia e site do Jardim Botânico

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Imagens do Bairro da Lapa ...

Belíssimo o painel na entrada da Rua Teotônio Regadas ... próximo à escadaria de Selaron. Conhecido como o berço da boêmia carioca , a Lapa tem como marco maior , seus arcos que funcionavam como via de águas (aqueduto) no tempo do Brasil Colônia. Agora eles servem como via de acesso aos bondinhos que sobem e descem o morro de Santa Teresa.

O aqueduto da Carioca é considerado a obra arquitetônica de maior importância do Rio Antigo e um dos principais símbolos da cidade. Esta bem no coração do Rio de Janeiro.

Ponto turistico da cidade do Rio de Janeiro , os Arcos da Lapa sofreram obras de conservações recentemente , e estão branquinhos de novo. Vale a pena ir até lá, visitar !!
O trabalho de grafiteiros é observado em diversos pontos da cidade , não haveriam de faltar na Lapa ... espaço de artista por gerações.

Viajar de bondinho é super seguro e barato (apenas R$ 0,60).
A noite da Lapa é ponto de encontro de jovens de diversas partes do Rio , do Brasil e do mundo. Hoje é um lugar muito seguro , que pode ser visitado tanto de noite quanto de dia !!
Impossível passar por aqui e não parar para observar o espetacular mosaico de Seralon. São cores e formas que impressionam ... que emocionam.
Até ele , o Hei Tiki , símbolo do povo Maori da Nova Zelândia , também está lá ... todo verdinho ... êêê Hei Tiki !!!
O Rapa Nui , a corujinha , o mapa da África e eu , radiante , de ter esta obra de arte tão acessivel !!! Que orgulho de ser carioca.
Um breve momento de descanso dos visitante ... tem de ter fôlego para subir até lá encima.

Moscou ... e imagens de lugares que eu tenho vontade de visitar ...

Cada degrau alcançado um novo horizonte de descobertas.

O artista SELARON recebe cerâmica do mundo inteiro !!!
Seria um tempo grande para revelar todos os cantinhos ,todos os segredos que compoem estes degraus e paredes !!! Você se encorajaria , não ?!?!?

Cerâmica de deuses indianos , com Shiva , Ganesha , Brahma ,etc.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Museu Casa de Deodoro da Fonseca


A bela casa está bem localizada no centro do Rio de Janeiro , na frente da Central do Brasil.


A lápide que ornava o túmulo de Deodoro da Fonseca , no Cemitério do Caju , agora está no seu museu-casa , visto que os restos mortais do militar migraram para a Praça Paris.

Bem ao lado da casa , no Campo de Santana ou Praça da República , o Marechal Deodoro proclamou a República do Brasil.

Como todo espaço militar , não poderia faltar um canhão nos jardins do museu. Existe uma âncora antiga também , que com um poema , terá mostrada numa próxima postagem.





Uma montagem com um pouco de tudo que há lá.



Telha cerâmica da casa original , detalhe de enfeite em madeira , que ornava as esquadrias e os pregos das portas e janelas da época.













Os jornais do dia posterior à Proclamação da República estam lá (Jornal Dom Casmurro) e a mobília daquele momento também.


Um dos mais importantes sítios da História recente do país, a Casa Histórica de Deodoro, um sobrado localizado no número 197 da Praça da República, esquina com Rua Azevedo Coutinho, está sob responsabilidade administrativa do Museu Histórico do Exército. Além de servir de residência para o Marechal Deodoro da Fonseca, proclamador da República Brasileira, foi na Casa Histórica de Deodoro, chamada assim desde 1889, que foi decidido o primeiro Ministério Republicano, no dia 09 de novembro de 1889.

Exposições: terça a sexta das 10 às 17hs
Entrada franca
End.: Praça da República, nº 197, Centro
Tel.: (21)2222-0126

Fonte: http://www.fortedecopacabana.com

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Banho de Mar !!!


Imagem das ondas da Barra da Tijuca no meu tradicional banho de mar no primeiro dia do ano. Mas a água estava tão boa que foi mais de um banho ... foram váaaaaaaaaaarios mergulhos !!!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010